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Imigrantes em Portugal dão lucro à segurança social - cabo-verdianos em segundo lugar

Os imigrantes em Portugal, legalizados, perfazem 5,2 por cento da população activa e, segundo os dados apurados, representam 18 por cento do crescimento entre 1996 e 2005. Os brasileiros lideram com 16,9 por cento dos estrangeiros legalizados , seguidos dos cabo-verdianos com 15,6 por cento do total. Em terceiro lugar estão os ucranianos, com 10,6 por cento e em quarto os angolanos com 7,7 por cento. Uma reportagem da revista “Exame”, que acaba de ser colocada nas bancas em Portugal, refere que o peso dos imigrantes no volume de contribuições para a segurança social é de 4,8 por cento e nas despesas de segurança social é de 3,2 por cento. Em primeiro lugar aparecem os brasileiros com 16,9% e em segundo os cabo-verdianos, com 15,6%. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, os estrangeiros fixados em Portugal, relativamente a 2006, totalizavam 437.126 indivíduos, ou seja, 4,1% da população total. Os imigrantes têm um peso na população activa de 5,2%, 5,1% na população empregada, 5,3% nos trabalhadores por conta de outrem. Os imigrantes são, na sua maioria, brasileiros, cabo-verdianos, ucranianos, angolanos e guineenses. Trabalham na construção civil, comércio, restauração, serviços de apoio doméstico, etc. O demógrafo João Peixoto, do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), estima que os estrangeiros em Portugal, tomando em consideração também os indocumentados, sejam meio milhão. Com a crise de trabalho no país tem havido um«desvio» destes, em especial os imigrantes do Leste, para a Espanha.

Publicado: Sbado, 26 Julho, 2008

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