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Bancos desafiados a não taxar remessas

Segundo notícia publicada no jornal Público, António Vitorino desafiou ontem a banca portuguesa a prescindir das taxas cobradas aos imigrantes pelo envio de remessas para os seus países de origem. Na apresentação das recomendações do Fórum Gulbenkian Imigração, Vitorino referiu o exemplo de um banco espanhol que tomou essa decisão, percebendo o mercado potencial que tal significa. Outra sugestão foi a de uma mais estreita colaboração entre o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e o Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas. "A dissociação não é possível, tem que haver uma visão integrada entre o controlo e a integração", afirmou, admitindo que nos últimos anos já se caminhou nesse sentido. António Vitorino defendeu que a rigidez nas políticas de acolhimento a imigrantes dificulta a própria flexibilidade dos fluxos migratórios: facilitando a vida ao imigrante, este pode circular com mais frequência entre o país de origem e o de acolhimento. O primeiro-ministro, José Sócrates, que abriu o fórum, sublinhou a importância da imigração para a sustentabilidade da economia europeia.

Publicado: Quinta, 08 Maro, 2007

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