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As experiências no “Campo de Férias Intercultural”

A Direção Regional das Comunidades promoveu, de 27 de junho a 2 de julho, a II Edição do “Campo de Férias Intercultural”, nas ilhas de São Miguel e Santa Maria.

 Uma iniciativa que juntou um grupo de 26 jovens de várias nacionalidades, os quais durante uma semana conheceram os Açores, a sua multiculturalidade, as suas belezas e os fluxos migratórios responsáveis pela saída de quase metade da população e pela chegada às ilhas açorianas de indivíduos vindos de 86 países diferentes.

Os jovens provenientes ou descendentes de países como Brasil, Estados Unidos da América, Canadá, Uruguai, Cabo Verde, Ucrânia, China, mas também de Portugal. 

            Ivo Lima, Flávia Soares, Sofia Ruiz, Yuliya Strynadko e João Mota são alguns destes jovens que participaram no “Campo de Férias Intercultural” e que nos contaram como foi a experiência e o que pensam sobre o tema da interculturalidade.

            Para Ivo Lima de 21 anos, natural da Horta e filho de pai cabo-verdiano e mãe americana, a experiência no Campo de Férias foi muito boa. “Tivemos oportunidade de conhecer outras pessoas de outras culturas”. Acrescenta que teve ainda a possibilidade de conhecer mais sobre os Açores, em especial, sobre as ilhas de São Miguel e Santa Maria. 

Flávia Soares tem 21 anos, nasceu no Brasil, mas é nos Açores que reside há três anos. Tal como o Ivo, ela não esconde o seu entusiamo por ter participado na atividade. “Como o tema do campo o diz, são mesmo várias culturas que temos aqui. Trata-se de uma troca de experiências e de informações de vários países”, acrescentou.

Sofia Ruiz tem 21 anos, é do Uruguai e descendente de açorianos. É a terceira vez que vem os Açores mas, desta visita leva consigo uma boa experiência. “Tive oportunidade de conhecer muitas pessoas de várias culturas e os seus costumes”. Para ela, a interculturalidade enriquece-nos enquanto pessoa, mas também intelectualmente. 

Yuliya Strynadko, de 19 anos, nascida na Ucrânia e a residir nos Açores há nove anos, é outra jovem que guarda consigo a experiência do “Campo de Férias Intercultural”. “Foi uma experiência muito boa e divertida. Conhecemos novas culturas e partilhamos novas experiências”. 

Por fim, João Mota de 18, um jovem português que participa pela segunda nesta iniciativa. “Penso que esta é uma experiência muito importante porque com isso conseguimos dar um passo em frente na relação com outras culturas”. Sobre a interculturalidade, refere que é muito importante, porque cria laços entre culturas mas, também mostra a importância de cada uma delas e “dá-nos uma certa noção do respeito que devemos ter por culturas diferentes”.

 

Rumos Cruzados, 12 de julho de 2012. 

 

 

Publicado: Sexta, 13 Julho, 2012

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