AIPA


Sala de Imprensa

Pode encontrar neste espaço notas de imprensa e comunicados emitidos pela AIPA.

Notas de Imprensa Comunicados Campanhas

Dia Municipal do Imigrante e do Diálogo Intercultural em Ponta Delgada

Para celebrar o Dia Municipal do Imigrante e do Diálogo Intercultural, a AIPA em parceria com a Câmara Municipal de Ponta Delgada, irá realizar no próximo dia 18 de Julho, a partir das 17 horas, no Centro Cívico e Cultural de Santa Clara, uma conferência subordinada ao tema “ Migrações, Interculturalidade e Políticas Públicas Municipais” - cujo orador será o Prof. Dr. Jorge Malheiros, investigador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa e especialista em questões das migrações. Depois da conferência, seguir-se-á um momento de convívio e a atuação do Jaime Goth - músico natural de Cabo Verde e residente há mais de 30 anos na Região -. A conferência será um espaço de reflexão e debate sobre, por um lado, o papel que as autarquias em Portugal têm desempenhado, através de políticas públicas, na apropriação do tema das migrações e na promoção da interculturalidade e, por outro, a identificação de boas práticas em torno desta questão. Vivem hoje, nas nove ilhas, cerca de 3600 estrangeiros, provenientes de mais de 80 nacionalidades que, somado com as outras categorias de imigrantes, remete-nos para uma dimensão muito próximo de 2% da população residente. O concelho de Ponta Delgada acolhe cerca de 36% do total da população estrangeira. Recorda-se que o Dia Municipal do Imigrante e do Diálogo Intercultural foi instituído pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, em 2012 e aprovado pela Assembleia Municipal, como resultado de um desafio nacional feito pelo ACIDI, no sentido do poder local assumir um papel mais permanente e pró-activa no esforço de integração dos imigrantes. A iniciativa é aberta ao público.

Ponta Delgada, acolhe a 6ª edição do Festival “ O Mundo Aqui”

A AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores, irá realizar de 29 de Novembro a 1 de Dezembro, a 6ª edição do Festival “ O Mundo Aqui”, na Academia das Artes e Conservatório de Ponta Delgada, onde a música e a gastronomia do mundo serão os elementos principais desta iniciativa que pretende contribuir para a celebração da diversidade cultural, enquanto um dos eixos essenciais para o desenvolvimento coletivo. Este ano, o destaque irá para a presença dos “Cordas do Sol” - um dos grupos cabo-verdianos mais aclamados que, aproveitando uma digressão na Europa e uma enorme vontade dos seus músicos, irão atuar no dia 29 de novembro, estreitando-se, desta forma, nos Açores. As composições dos “ Cordas do Sol” assentam na fusão da herança poética e harmónica misturando os temas e os géneros, resultando assim, numa linguagem própria e agradável que toca todos quantos os escutam. A anteceder à atuação dos “ Cordas do Sol”, o palco será do “Bossa Quintet”, um grupo da Ilha Terceira formado por brasileiros e açorianos que nos seus espectáculos transportam o público para uma viagem saborosa com os sons quentes do Brasil. No dia 30 de novembro, sábado, segundo dia Festival, o destaque irá para os “ Throes + The Shine”, cuja sonoridade assenta uma explosiva e estimulante mistura do rock mais eléctrico dos “Throes” com o som dançável dos “The Shine”. Apesar do “Rockuduro” não seja um som facilmente imaginável, estamos perante um destemido exemplo onde o espírito da fusão é levado ao limite, encaixando perfeitamente no espírito do festival “ O Mundo Aqui”. Ainda na noite de sábado, o público terá oportunidade de ouvir com o músico guineense Mayo Coopé, residente em Lisboa, os sons mais genuínos da Guiné-Bissau. No dia 01 de Novembro, terceiro e último dia do evento, o “ O Mundo Aqui”, será invadido com os sons do rap, através do grupo de B-Unit, formado por jovens descendentes de imigrantes cabo-verdianos residentes da Ilha Terceira. A encerrar a vertente musical da 6ª edição do Festival “ O Mundo Aqui”, o jovem músico açoriano, Rafael Carvalho, transportam-nos com a viola da terra para os sons mais autênticos dos Açores. Na vertente gastronómica, o Festival terá a presença de sabores do Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e México. A tenda da gastronomia estará aberta aos almoços e jantares durante os três dias do Festival. Esta viagem dos sabores será assegurada por imigrantes residentes da Região. À semelhança dos anos anteriores, o Festival será palco de um conjunto de atividades paralelas que visam proporcionar ao público o desejo de celebrar a diversidade cultural: worshops de tranças africanas, lançamento da 2ªedição da Revista “ Viver Aqui”, sessão de partilha denominada de (des)construção das fronteiras, exposição de fotografias de S. Tomé e Príncipe, Poesias Aqui, serão algumas das atividades desta 6ª edição. Face ao momento atual, os preços do Festival são muitos acessíveis. O passe para os três dias do Festival custa 8 euros, sendo que para os sócios da AIPA o valor é de 5 euros. Nos dias 29 e 30 de Novembro, os bilhetes para os espectáculos custam 4 euros e no último dia 2 euros. A entrada para a gastronomia tem um custo de 1 euro, sendo que os bilhetes para os espectáculos dão acesso ao espaço da gastronomia. Os bilhetes podem ser adquiridos na sede de AIPA ou no próprio dia do Festival, na Academia das Artes. A edição da 6ª edição do Festival “ O Mundo Aqui”, conta com o financiamento do Governo Regional dos Açores, do ACIDI, do Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT) e de mais e de um conjunto de parceiros regionais, nomeadamente: SATA, Santa Casa de Misericórdia da Velas, HDG-Açores, Câmara Municipal de Ponta Delgada, Academia das Artes, Conservatório de Ponta Delgada, Hotel Vip, Lotaçor, RTP-Açores, Jornal “ Açoriano Oriental, Jornal “ Terra Nostra”, Rádio Atlântida, IRIS, Revista “Yuzin”, Arco 8 e Ateneu Criativo.

AIPA apela ao recenseamento dos imigrantes e defende o recenseamento automático dos cidadãos estrangeiros

A AIPA - Associação dos Imigrantes nos Açores -, no âmbito do projecto “ Quem não vota, não conta” apela ao recenseamento dos cidadãos imigrantes, de forma a exercerem o seu direito de voto nas próximas eleições autárquicas e de darem o seu contributo para o reforço da qualidade da democracia que, carece, hoje, mais do que nunca de uma forte mobilização e participação de todos os cidadãos.   Apesar dos esforços desenvolvidos, o número de estrangeiros recenseados está muito aquém do potencial que a comunidade estrangeira representa.   Distribuição de panfletos, envios de SMS, as redes sociais, e uma forte abordagem “ cara a cara” serão algumas das estratégias que a AIPA irá utilizar para sensibilizar os cidadãos estrangeiros a recensearem-se até ao final deste mês, de forma a estarem em condições de votarem nas próximas eleições autárquicas de 29 de Setembro.   Segundo dados da Direção -Geral de Administração Interna, até 31 de Dezembro de 2012,  na Região Autónoma dos Açores, encontravam-se inscritos nos cadernos eleitorais apenas 168 cidadãos estrangeiros (132 cidadãos da União Europeia e 36 extra comunitários), representado apenas 5% do total da população estrangeira residente no arquipélago.   No contexto nacional, estavam inscritos nos cadernos Eleitorais, na mesma data de referência,  26 698 cidadãos estrangeiros (15194 cidadãos estrangeiros e 11504 cidadãos da União Europeia) perfazendo 6,4% do total da população estrangeira residente em Portugal.   A AIPA irá ainda desenvolver esforços junto das instâncias regionais e nacionais de forma a permitir que o recenseamento dos cidadãos estrangeiro, em situação de elegibilidade, possa ser feito automaticamente, a partir de momento em o cidadão estrangeiro obtém o cartão de residência junto do SEF.   Sendo 2013 o Ano Europeu dos Cidadãos,  acreditamos que a adotação deste mero procedimento administrativo poderá ser a forma mais eficiente de aumentar a participação política dos imigrantes e contribuir, por consequência, na qualidade do processo de integração dos imigrantes na sociedade portuguesa.   Têm direito de voto nas eleições autárquicas os cidadãos nacionais de países da União Europeia com residência legal em Portugal (Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suécia), cidadãos nacionais de países de língua oficial portuguesa (Cabo Verde e Brasil) com residência legal em Portugal há mais de 2 anos e cidadãos nacionais de outros países estrangeiros (Noruega, Islândia, Uruguai, Venezuela, Chile e Argentina) com residência legal em Portugal há mais de 3 anos.     É de recordar que o projecto “ Quem não vota, não conta” é desenvolvido pela AIPA e conta com o apoio do Governo Regional dos Açores, Fundo Europeu de Nacionais de Países Terceiros e ACIDI, e visa sensibilizar os cidadãos estrangeiros a recensearem-se de forma a estarem em condições de participarem activamente na vida política regional e nacional.

Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial - 21 de Março

A AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores - e o Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes irão promover, nas ilhas de São Miguel, Terceira e Faial, um conjunto de atividades para celebrar o Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, que se assinala a 21 de Março.   Este ano, a campanha contará com o envolvimento do Sport Clube Praiense e do Clube Desportivo de Santa Clara, na convicção de que o desporto é um meio poderosíssimo para a criação de uma cadeia de sensibilização em torno do racismo. A anteceder os jogos de futebol de Santa Clara-Covilhã e Praiense-Angrense, que decorrerão no próximo domingo, 17 de Março, nos Estádios de São Miguel e da Praia da Vitória, os jogadores entrarão no campo com mensagens alusivas à luta pela eliminação da discriminação racial.  À semelhança do que aconteceu no ano transato, sairá à rua a iniciativa “Uma flor contra o racismo”. No dia 21 de Março, serão distribuídas nas cidades de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta, nos transportes públicos, instituições públicas e escolas cerca de 1000 flores com mensagens de sensibilização sobre a problemática do racismo. A campanha com o mote “Uma flor por amor, Uma flor contra a dor, Uma flor contra o racismo!” irá prolongar-se até ao dia 28 de março, em que é solicitado às pessoas, que recebem uma flor, que repitam este gesto, colocando elas também, num transporte público, uma flor com uma mensagem contra o racismo. O que se pretende é a criação de uma corrente de sensibilização, em que cada pessoa receba a mensagem e dê também o seu testemunho. Por outro lado, dando continuidade à campanha “Os imigrantes de todo o mundo ajudam a tornar os Açores numa região melhor - Diga Não ao Racismo“, realizada em parceria com a agência de comunicação açoriana HDG-Açores, serão enviados dez mil postais, bem como a pintura de um mural na Cidade de Ponta Delgada com a imagem da campanha, inspirada nos quadros de Domingos Rebelo (Os Emigrantes) e de Tomaz Vieira (Os Regressantes).  Esta campanha visa sensibilizar a população para a problemática da discriminação racial e concorrer para a prevenção de práticas discriminatórias e é realizada no âmbito da III edição da Promoção da Interculturalidade a Nível Municipal, em Parceria com o Alto Comissariado para Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), Governo dos Açores, Câmara Municipal de Ponta Delgada, HDG Açores, UMAR Açores, Clube Desportivo de Santa Clara e Sport Clube Praiense. 

Panazorean alarga presença internacional

O número de inscrições na 2.ª edição do Panazorean International Film Festival superou as melhores expectativas da AIPA, entidade organizadora. Terminado o prazo de inscrição (para filmes produzidos no estrangeiro e no continente português) no passado dia 15 de Janeiro, foram recebidos 415 filmes provenientes de 60 países, sendo assim de registar a notável implantação internacional do festival. Em Novembro do ano passado aquando da abertura de inscrições, a AIPA tinha apontado como objectivo triplicar o número de filmes inscritos em relação à 1.ª edição (de 90 para 300 filmes) e duplicar o número de países de onde são provenientes (de 25 para 40). As inscrições continuam abertas para os filmes regionais e escolas até dia 1 de Março. O programa completo da 2.ª edição do Panazorean, que decorrerá em Ponta Delgada de 11 a 20 de Abril, será anunciado na 3.ª semana de Março. O Panazorean assume-se como uma janela aberta à percepção do mundo cada vez mais desafiante ao nosso olhar.

Panazorean chega à ilha Terceira nos dias 22 e 23 de janeiro no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo

Em parceria com a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, a AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores apresenta, nos dias 22 e 23 de Janeiro de 2013, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, uma extensão do Festival Internacional de Cinema Panazorean, onde serão exibidos 5 filmes que refletem a questão das migrações e da interculturalidade. Depois da realização da 1ª edição que decorreu, em Ponta Delgada, em Abril último, das várias extensões realizadas e da mostra levada a cabo em Buenos Aires, em Outubro de 2012, o Panazorean – Festival Internacional de Cinema: Migrações & Interculturalidade, chega à Ilha Terceira com o objectivo de contribuir para a descentralização cultural e reforço de consciencialização da população açoriana para o fenómeno das migrações e do diálogo intercultural. Esta extensão conta na sua programação com cinco dos filmes premiados e favoritos do público. Na terça-feira, dia 22, a partir das 21h30, poderá ver os filmes: “50 Pesos Argentinos” de Manuel Cabral, “Down In Egyptland” de Lukas Zund e “Mazagão, a água que volta” de Ricardo Leite. Na quarta-feira, dia 23, pela mesma hora, serão exibidos “PDL-LIS” de Diogo Lima e “Die Fremde” de Feo Aladag. As entradas são gratuitas.

AIPA e CRESAÇOR promovem festa de Natal 2012

A Associação dos Imigrantes nos Açores – AIPA – e o Centro Local de Apoio à Integração dos Imigrantes (CLAII) de Ponta Delgada realizarão, em parceria com a CRESAÇOR – Cooperativa Regional de Economia Solidária dos Açores, a festa de Natal 2012, no próximo dia 21 de dezembro, a partir das 19h30, no Salão Paroquial de São José, em Ponta Delgada.  Esta será uma celebração com músicas e gastronomia de vários países como Cabo-Verde, Angola, México e Portugal. Uma festa natalícia que abrangerá tradições de diversas culturas. Com o apoio da Associação Ilhas em Movimento haverá distribuição de presentes para as crianças até aos 14 anos de idade. Nesta festa de Natal terá lugar ainda a iniciativa “amigo secreto”. Para esta atividade cada participante levará um presente e durante o convívio as lembranças serão partilhadas. Todos receberão um presente de um amigo secreto. O Natal é a época da união familiar, partilha e da solidariedade e para quem está longe é a altura em que a saudade mais aperta. Com esta celebração de Natal a organização pretende contribuir para minimizar a saudade e a solidão que afligem uma parte significativa dos imigrantes nesta quadra natalícia. Por outro lado, pretendemos proporcionar um momento de convívio entre imigrantes de várias nacionalidades e autóctones, promover o diálogo intercultural e o espírito de partilha e de comunhão. Estimamos a participação de mais de 150 pessoas. A festa de Natal de 2012 está enquadrada no âmbito da 3ª edição da Promoção da Interculturalidade a nível Municipal, cofinanciada pelo Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), ACIDI e com o apoio do Governo Regional dos Açores.

AIPA apresenta a abertura de inscrições para a 2.ª edição do Panazorean

A AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores, apresentou, hoje, em Ponta Delgada, a abertura de inscrições para a II edição do Panazorean – Festival Internacional de Cinema sobre as migrações e interculturalidade, que decorrerá de 11 a 20 de Abril de 2013. Depois do êxito da primeira edição das extensões realizadas este verão e de ter viajado até à Argentina recentemente onde esteve presente com uma mostra em Buenos Aires, a II edição do Panazorean promete novas secções, novos prémios e a mesma paixão em refletir sobre as migrações, o diálogo e a diversidade cultural. O Panazorean continua a admitir para esta segunda edição filmes regionais, nacionais e internacionais, e volta a apostar na secção “escolas da região”. O valor dos prémios envolvidos neste ano é superior a 11.000 euros e conta com um maior número de distinções e patrocinadores. A expetativa passa por triplicar o número de filmes recebidos e duplicar o número de países envolvidos, reforçando ainda a presença de cinema regional sobre a temática. As inscrições poderão ser realizadas em www.panazorean.com e terminam a 15 de Janeiro de 2013 para os filmes internacionais e nacionais e a 1 de Março de 2013 para os filmes regionais e escolas da região. Este ano conta para além das parcerias já estabelecidas na 1.ª edição nomeadamente com o Governo Regional dos Açores conta com parceiros inéditos como a Fundação Calouste Gulbenkian, Direcção Regional do Turismo, Grupo Bensaúde, Parlamento Europeu-Prémios LUX, Eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves, Banco Espírito Santo dos Açores, Centro de Estudos Sociais da Universidade dos Açores, 9500 Cineclube, entre outros. O festival que é o único a nível nacional e um dos pouco a nível mundial sobre a temática terá este ano mais um local de exibição para além do Teatro Micaelense, será no Cineclube de Ponta Delgada, no Cine Solmar. Do programa também farão parte exposições, debates, master classes e concertos. Ainda que o programa só seja anunciado em Março do próximo ano o Panazorean já está em condições de avançar com a confirmação da apresentação de 2 sessões especiais onde serão exibidos 4 filmes do prémio Lux, do Parlamento Europeu, que chegam ao Panazorean com o apoio da deputada ao Parlamento Europeu Maria do Céu Patrão Neves. A nossa linha de acção passa pela diferenciação do Festival, especializá-lo nas questões das migrações e interculturalidade já que no contexto nacional e europeu e, mesmo mundial, existem pouquíssimos festivais que incidam exclusivamente sobre essa temática. Queremos ainda a partir do Panazorean fazer dos Açores um palco privilegiado no contexto nacional e europeu para a discussão, a fermentação de ideias, para despertar consciências e, porque não dizê-lo, para a emergência de novas respostas para questões como a gestão dos fluxos migratórios, a crise e a imigração, a relação com o outro, o diálogo intercultural, o racismo etc. INFORMAÇÕES SOBRE INSCRIÇÕES E PRÉMIOS INSCRIÇÕES E SELEÇÃO DOS FILMES 2013 Tal como no ano anterior são admitidas ao Panazorean curtas, médias e longas-metragens de qualquer género (ficção, animação, documentário e experimental) sobre qualquer realidade migratória e intercultural. Os filmes podem ser oriundos de qualquer país e devem ter sido produzidos após o dia 1 de Janeiro de 2011. A inscrição no Panazorean é gratuita e deverá ser efectuada em www.panazorean.com até às seguintes datas: - até 15 de Janeiro de 2013 (filmes nacionais e internacionais) - até 1 de Março de 2013 (filmes regionais e escolas) A seleção oficial dos filmes nacionais e internacionais será anunciada a 15 de Fevereiro de 2013 e a selecção dos filmes regionais e escolas a 7 de Março de 2013. PRÉMIOS Neste ano o Panazorean o valor dos prémios é superior a 11.000 euros, sendo que o festival alargou ainda mais o número de prémios e o número de patrocinadores - Prémio Melhor Longa Internacional no valor de € 2.000 atribuído à melhor longa/média-metragem da Competição Internacional. - Prémio Melhor Longa Nacional/Direcção Regional da Cultura no valor de € 1.250 atribuído à melhor longa/média metragem da Competição Nacional. - Prémio Melhor Filme dos Açores /Câmara Municipal de Ponta Delgada, no valor de € 1.000 atribuído à melhor longa/média/curta da Competição Regional. - Prémio RTP2/ Onda Curta. É atribuído a uma (ou mais) curtas-metragens em competição e é constituído pela aquisição de direitos para televisão, para exibição no programa Onda Curta da RTP2. - Prémio Macaronésia/ SATA atribuído à melhor curta a concurso cuja temática aborde a realidade migratória e intercultural das populações que vivem num dos arquipélagos da Macaronésia (Açores, Cabo verde, Canárias e Madeira) ou ainda a filmes sobre a realidade migratória e intercultural das populações que nasceram nessas regiões e que agora residem noutro país. O Prémio é constituído por uma viagem de ida e volta desde Ponta Delgada ou Lisboa até Boston ou Toronto e estadia de 7 dias em hotel. - Prémio Melhor Curta Internacional/Maria do Céu Patrão Neves no valor de € 500 atribuído à melhor curta-metragem da Competição Internacional. - Prémio Melhor Curta Nacional no valor de € 250 atribuído à melhor curta-metragem da Competição Nacional. - Prémio do Público Regional/ BES dos Açores no valor de € 500 atribuído à obra escolhida como a melhor por todos os espetadores do festival entre os filmes selecionados para a Competição Regional. - Troféu do Público Internacional atribuído à obra escolhida como a melhor por todos os espetadores do festival entre os filmes selecionados para a Competição Internacional. - Troféu do Público Nacional atribuído à obra escolhida como a melhor por todos os espetadores do festival entre os filmes selecionados para a Competição Nacional. -Prémio Novo Talento Nacional/Restart no valor de € 500 em serviços da escola Restart, atribuído à melhor obra da Competição Nacional, produzida por jovens até aos 30 anos (inclusive). -Prémio Novo Talento Regional/Restart, no valor de € 350 em serviços da escola Restart, atribuído à melhor obra da Competição Regional produzida jovens até aos 30 anos (inclusive) -Prémio Escolas, no valor de € 200 atribuído à melhor obra realizada por alunos inscritos nas escolas secundárias da Região. PARCEIROS Parceiros institucionais: Fundação Calouste Gulbenkian; Direcção Regional do Turismo; Direcção Regional da Cultura; Parlamento Europeu – Prémios Lux; Eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves Coprodução: Teatro Micaelense; IRIS; 9500 Cineclube Patrocinadores dos prémios RTP2; SATA; Eurodeputada Maria do Céu Patrão Neves; Câmara Municipal de Ponta Delgada; BES dos Açores; Restart – Instituto de Criatividade, Artes e Novas tecnologias (Lisboa) Parceiros SATA; Grupo Bensaúde; Universidade dos Açores (Centro de Estudos Sociais e Departamento de Línguas e Literaturas Modernas); Universidade Aberta;   Universidade Católica do Porto - Escola de Som Artes e Imagem Restart; Instituto Cultural Romeno;   Parceiros ecológicos Centro de Monitorização e Investigação dos Açores Azorina – Sociedade de Gestão Ambiental e Conservação da Natureza S.A. Parques Naturais dos Açores Media Partners RTP; RTP2; RTP Açores /Antena 1 Açores; Açoriano Oriental;   Apoio à divulgação Agenda cultural; YUZIN São Miguel; Revista Ante-Cinema; Revista C7nema PANAZOREAN NA NET Site oficial: www.panazorean.com Facebook: www.facebook.com/panazorean Twitter: twitter.com/panazoreanfest Wordpress e Youtube. CONTATOS André Santos Diretor Executivo do Panazorean International Film Festival Rua do Mercado 53 H 9500-236 Ponta Delgada Telemóvel: 963909704 Mail: andre.santos@aipa-azores.com

AIPA, através do seu CLAII, promove workshop e conferência sobre “Média, Imigração e Diversidade”, na Universidade dos Açores

No âmbito da III edição da Promoção da Interculturalidade a nível Municipal, a Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA) e o Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII) de Ponta Delgada, em parceria com o Departamento de Línguas e Literaturas Modernas da Universidade dos Açores, realizarão nos dias 2 e 3 de outubro um workshop e uma conferência sob o tema “Media, Imigração e Diversidade”, a decorrer no Anfiteatro B da Universidade dos Açores. A iniciativa tem por objetivos mobilizar os estudantes e os profissionais de comunicação social para as questões dos Media, Imigração e Diversidade e, por outro lado, incentivá-los a aprofundarem o tema da imigração nos seus trabalhos jornalísticos. O evento contará com a participação da Dr.ª Isabel Ferin Cunha, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. O Workshop será realizado, no dia 2 de Outubro, das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 17:00 e a Conferência terá início às 14:00 do dia seguinte. A III edição da Promoção da Interculturalidade a nível Municipal é desenvolvida em parceria com o Governo Regional dos Açores e tem o apoio do Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), ACIDI . As inscrições para o workshop poderão ser feitas na sede da AIPA ou através dos seguintes contactos: Tel. 296 286 368/ 296 288 001/ 965881041; e-mail: claii.aipa@aipa-azores.com, aipa@aipa-azores.com.

"Família do Lado - 2012" em Ponta Delgada

A iniciativa “Família do Lado” foi criada na República Checa em 2004, onde existe desde então com resultados muito positivos. Deriva do conceito de “bairros inclusivos" e assenta na interação entre imigrantes e autóctones e na importância do reforço das relações sociais como forma de contribuir para uma integração mais efetiva, eliminando barreiras e promovendo a diversidade cultural. Para tal, cada família aceita acolher em sua casa uma família que não conheça, constituindo-se pares de famílias (uma imigrante e outra autóctone) para a realização de um almoço-convívio típico da sua cultura, como forma de acolhimento do “Outro”. Poderão participar nesta atividade, famílias imigrantes e famílias autóctones que desejem contribuir para o processo de integração dos imigrantes residentes em Portugal. Todos os encontros terão lugar, obrigatoriamente, no domingo 18 de novembro de 2012 à mesma hora em todo o território nacional e em todos os países que se associam à realização desta iniciativa: República Checa, Bélgica, Hungria, Itália, Malta, Eslováquia e Espanha. Em 2012, o projeto será desenvolvido, pela primeira vez, em Portugal pelo ACIDI., I.P., com o apoio do Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), em parceria com a Rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII). A AIPA, através do CLAII de Ponta Delgada, também se associou a esta iniciativa e pretende colocar os Açores neste projeto transnacional. Na Região residem mais de 80 nacionalidades que falam as mais variadas línguas. Certamente que nas ruas de Ponta Delgada, sobretudo, existem muitas pessoas de diferentes origens. Por vezes podemos pensar porque vieram para cá e quais as suas impressões e experiências aqui vividas. Ou por outro lado, o imigrante gostaria de ter a oportunidade de conhecer melhor a cultura portuguesa e de fazer novas amizades, capazes de fortalecer o seu processo de integração. As tentativas dos Estados para encontrar modelos de integração bem sucedidos que garantam a coexistência, em qualidade, da sociedade de acolhimento e das comunidades imigrantes, colocam muitos desafios. Por isso, é fundamental criar novas formas de melhorar o diálogo intercultural e fomentar modelos de integração que promovam a interação e evitem eventuais preconceitos e estereótipos. O projeto “Família do Lado” surge precisamente neste sentido. Já estão abertas as inscrições para as famílias que pretendam ser anfitriãs e para as que querem ser visitantes. Para mais informações e inscrições contacte-nos: claii.aipa@aipa-azores.com/ 296286365. Em Ponta Delgada, o projeto conta com o apoio da CRESAÇOR - Cooperativa Regional de Economia Solidária - e do Govverno Regional dos Açores.  

Primeiro-ministro de Cabo Verde encontra-se com a comunidade cabo-verdiana nos Açores

Aproveitando a deslocação à região para participar na conferência de Presidentes das Regiões Ultraperiféricas (RUP), a decorrer na cidade da Horta, de 13 a 14 de setembro, o primeiro-ministro da República de Cabo Verde, Dr. José Maria Neves, irá realizar um conjunto de encontros com a comunidade cabo-verdiana residente nas ilhas de S. Miguel e Terceira. No dia 15, a partir das 18h30,estará em São Miguel para um encontro, com a comunidade cabo-verdiana no Hotel Açores Atlântico e no dia seguinte estará na ilha da Terceira para um jantar com a comunidade residente, a decorrer no restaurante “Africana”, a partir das 20h. Durante os dois encontros, o governante cabo-verdiano irá homenagear 20 imigrantes cabo-verdianos residentes nestas ilhas. O Primeiro-Ministro fará acompanhar-se pela Ministra das Comunidades e a Embaixadora de Cabo Verde em Portugal. É de recordar que a comunidade cabo-verdiana, é uma das mais antigas na região e é formada por aproximadamente 1000 pessoas residentes, sobretudo, nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Pico.

AIPA promove o 2º "Mundialito de Futsal"

Terá início este fim- de- semana, 25 de agosto, o 2º “Mundialito de Futsal” de Ponta Delgada, com o lema “Desporto pela Integração”. A atividade a ser desenvolvida pelo Centro Local de Apoio Integração de Imigrantes (CLAII) de Ponta Delgada e a AIPA, insere-se no âmbito da III edição projeto “Promoção da Interculturalidade a nível Municipal”, cofinanciado pelo Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), ACIDI e com o apoio do Governo Regional dos Açores. Para esta 2ª edição estão inscritas 8 equipas, envolvendo mais de 90 jovens de várias nacionalidades que vão ter a oportunidade de ao longo de quatro semanas, usar o desporto como forma de promover o convívio e o diálogo intercultural. O torneio será realizado no Pavilhão desportivo do Colégio Castanheiro, em Ponta Delgada, todos os sábados e domingos, das 15h às 17h e prolongar-se-á até ao dia 16 de setembro. Para mais informações contate: claii.aipa@aipa-azores.com Tel: 296 286 365 Telemóvel: 965 881 041

AIPA promove o Solidariedade Ativa, um projeto que consiste na promoção do envelhecimento ativo e da solidariedade entre gerações.

A Associação dos Imigrantes nos Açores – AIPA – desenvolve, no âmbito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, o projeto Solidariedade Ativa. A iniciativa visa promover a solidariedade entre gerações e a interculturalidade, através da troca de mais-valias/serviços entre imigrantes e idosos residentes nos Açores. Assiste-se, hoje, ao fenómeno do envelhecimento demográfico, exigindo, por isso, novas respostas a abordagens que devem passar, entre outros aspetos, pela valorização das pessoas mais idosas, solidariedade inter-geracional, inclusão em todas as dimensões sociais e uma clara negação de todos os fatores de discriminação. A progressão do envelhecimento demográfico tende a criar alguns problemas, nomeadamente, a perda da autonomia, a solidão e a relativa dependência de terceiros para cumprir alguns compromissos do quotidiano. Por outro lado, existe um número cada vez maior de imigrantes que, por diversas razões, se deparam com grandes dificuldades económicas vivenciando, por isso, alguns obstáculos no acesso a determinados bens e serviços. Assim, a AIPA desenvolveu o presente projeto que pretende colocar os imigrantes e idosos em contato e a apoiarem-se mutuamente, assente numa lógica central de solidariedade inter-geracional. No âmbito deste projeto podem ser trocados vários tipos de serviços. O imigrante inscrito poderá apoiar o idoso nas tarefas domésticas, na confeção de refeições, ida às compras, na prestação de cuidados de saúde básicos, fazendo-lhe companhia em casa ou partilhando as várias dimensões da sua cultura. Por outro lado, o idoso poderá ajudar o imigrante com o alojamento (gratuito ou com um valor simbólico/reduzido), ao nível educacional (apoiando na aprendizagem da língua portuguesa), apoio alimentar e de vestuário, ensinar os ofícios tradicionais, bem como, os aspetos da cultura açoriana. Nesta primeira fase iremos envolver cinco idosos, residentes nas ilhas de São Miguel e Terceira e cinco imigrantes no sentido de perceber o grau de envolvência e sucesso desta iniciativa. Ainda no decorrer do projecto iremos desenvolver esforços para abranger os nossos diferentes parceiros que terão como objectivo sinalizar os potenciais interessados no projeto Solidariedade ativa. Todos nós, sem exceção, somos chamados a dar o nosso melhor para a construção de uma sociedade que valorize todos os indivíduos e que exerça uma solidariedade ativa.

AIPA solicita a inconstitucionalidade das alterações ao Regime de acesso ao Rendimento Social de Inserção

A AIPA – Associação dos Imigrantes nos Açores - já reiterou, publicamente, a sua preocupação face ao impacto profundamente negativo que as alterações introduzidas no regime de acesso ao Rendimento Social de Inserção (RSI), terão para os estrangeiros residentes em Portugal. Neste sentido e, em convergência com a convicção de que pelo menos duas das alterações configuram uma inconstitucionalidade clara, a AIPA já enviou um ofício ao Presidente da República e aos demais órgãos com competência constitucional para o efeito, no sentido de requerem junto da Tribunal Constitucional a sua declaração da inconstitucionalidade, ainda que a título sucessivo. Até ao momento apenas se exigia aos cidadãos estrangeiros a residência legal para acederem ao RSI. Com a nova exigência passou a fazer-se uma diferenciação discriminatória com base na cidadania entre o que se exige aos nacionais e aos cidadãos estrangeiros residentes. Embora quer nacionais, quer estrangeiros com residência legal em Portugal façam exactamente os mesmos descontos e tenham todas as obrigações de um nacional, em matéria de acesso a direitos como o RSI impõe-se a necessidade dos segundos terem residência legal por um lapso de tempo que pode ir até 3 anos. O pedido de inconstitucionalidade assenta, pois, entre outros aspetos, na clara violação do artigo 15º da Constituição da República Portuguesa que estabelece o seguinte: “os estrangeiros e os apátridas que se encontrem ou residem em Portugal gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres do cidadão português”. Este princípio da equiparação entre nacionais e estrangeiros residentes impede, no entender da AIPA, que se possa restringir o acesso à proteção social na pobreza com base na cidadania de origem. No caso em questão, está em causa o reconhecimento de um direito de natureza assistencial, que tem em vista garantir que a proteção social seja efetivamente assegurada às pessoas mais carenciadas, como é caso de um número significativo dos estrangeiros residentes em Portugal A alteração em causa vem potenciar graus ainda mais preocupantes de pobreza e de exclusão social junto de muitos imigrantes – camada social já bastante vulnerável a este tipo de situações em qualquer momento e que, no atual quadro económico, vêm a sua situação a piorar de dia para dia a níveis dramáticos. Colocar entraves ao acesso de imigrantes relativamente ao reconhecimento de um direito de natureza assistencial como o RSI, quando são estes que têm menos redes sociais naturais de apoio – como a família, amigos, etc – representa um grave golpe na coesão social de Portugal.

AIPA preocupada com o impacto negativo da nova lei do Rendimento Social de Inserção.

Face à entrada em vigor da nova lei do Rendimento Social de Inserção - Decreto-lei – 133/201, de 27 de Junho, a Associação dos Imigrantes dos Açores (AIPA) manifesta a sua preocupação pelo impacto profundamente negativo que as alterações introduzidas a esta medida irão provocar junto de uma parcela ainda significativa dos imigrantes residentes no país e na região. Com a entrada em vigor da nova lei, apenas podem requerer o RSI os cidadãos estrangeiros com residência legal há, pelo menos três anos, para além de terem de cumprir cumulativamente outros requisitos que, por si só, irão excluir alguns milhares de imigrantes desse apoio que já vivem numa situação de pobreza extrema. Face ao momento crítico que o país está a atravessar, com especial enfoque no aumento do desemprego e no crescimento exponencial de pessoas em situação de pobreza não se percebe as razões de tais alterações e da própria passividade com que muitos setores da sociedade portuguesa acolheram esta clara ideologia de empobrecimento e de deterioração de sistemas de proteção com os mais vulneráveis. A AIPA chama ainda atenção que, face à crise em alguns setores de atividade, com especial realce para o setor de construção civil e obras públicas, são milhares de imigrantes, por não terem um vínculo laboral, que não consegue renovar os respetivos títulos de residência, ficando numa situação de completa desproteção. Para além de todas as alterações introduzidas que irão inquestionavelmente, potenciar o agravamento de situações de pobreza, com gravíssimos reflexos na coesão social, os cidadãos estrangeiros a residir em Portugal serão duplamente penalizados. Por um lado, porque terão de cumprir com novos critérios que representam, no nosso entender, um factor de ruptura de coesão social e de solidariedade para com as camadas sociais mais vulneráveis e, por outro, terão de ter residência legal de, pelo menos 3 anos. Por último, vale a pena sublinhar que os imigrantes deram um contributo líquido à segurança social, em 2010 de 316 de milhões de euros, suportando para além da razão de justiça social um argumento económico para que se seja possível que desde que os imigrantes tenham residência legal em Portugal possam requerer o RSI. A AIPA irá desenvolver esforços tanto no contexto regional como nacional no sentido de chamar atenção aos diferentes partidos políticos para esse impacto negativo e apelar a, pelo menos, que se retire os anos residência como a condição necessária para o pedido do RSI.

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