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Sócios Honorários

Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores

O diploma foi atribuido a 13 de Maio de 2003. O apoio que o Presidente do Governo Regional dos Açores deu no início da associação permitindo a concretização dos nossos objectivos  determinaram essa distinção.

Celina Pereira

No âmbito de um jantar que se realizou ontem em Ponta Delgada e que contou a presença de mais setenta pessoas, a AIPA atribuiu a qualidade de Sócia Honorária à artista cabo-verdiana Celina Pereira. Pelo percurso notável que a artista tem feito na valorização e divulgação da cultura cabo-verdiana, pelo contributo prestado no reforço das relações entre Portugal e Cabo Verde e, não menos importante, o papel de activista na divulgação e do Diálogo Intercultural, a AIPA entendeu prestar essa modesta homenagem à Celina Pereira. Celina Pereira junta-se, desta forma, a um conjunto de individualidades que a AIPA já distinguiu com o Diploma de Sócio Honorário como é caso da Cesária Évora, Tito Paris, Carlos César entre outros.

 Pequena nota biográfica

 A oradora é professora de formação tendo já desenvolvido acções de formação sobre a temática da interculturalidade nos Estados Unidos e em Portugal desde anos 90. É membro da Fundação Menuhin, que difunde a educação intercultural e fez já acções de Contadora de Estórias, baseadas nos seus audio-livros "Estória, Estória", em Portugal, Cabo Verde, Estados Unidos, França, Itália, Bélgica, etc. Cantora, na sua faceta mais pública, Celina Pereira está a comemorar em 2009 os seus 40 anos de trajecto musical, sendo um dos nomes mais emblemáticos da música tradicional cabo-verdiana. A sua pesquisa das raízes culturais de Cabo Verde, entrelaçada com o seu trabalho em prol da Lusofonia, valeram-lhe já inúmeros prémios internacionais, como a Medalha de Mérito de Cabo Verde ou a Comenda da República Portuguesa.

Dona Djuta Ben David

A distinção foi atribuida a 20 de Maio de 2004. D. Djuta foi umas das primeiras imigrantes cabo-verdiana nos Açores e constitui uma referência incontornável para todos.

Tito Paris

Tito Paris tem um percurso cultural invejável e, hoje, é considerado uma das referências culturais da lusofonia sendo, igualmente, inquestionável que esse seu percurso tem favorecido a construção de uma autêntica ponte cultural entre a sociedade portuguesa e a comunidade estrangeira, com particular incidência, a africana. Por outro lado, entendemos que a cultura representa um meio privilegiado na integração e no diálogo entre povos e todo o percurso cultural do Tito Paris tem contribuído, indubitavelmente, para uma melhor integração dos imigrantes na sociedade portuguesa. Tito Paris, enquanto indivíduo, também, imigrante, vivendo entre dois mundos, constitui um exemplo concreto de integração na sociedade portuguesa, servindo de referência para todos nós, que almejamos a construção de um Portugal mais plural e mais intercultural.

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